A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil
Enviada em 28/08/2020
Segundo o romancista e estadista frances Victor Hugo.´´A primeira igualdade é a justiça´´. De maneira análoga, na contemporaneidade, esse conceito não se efetiva, haja vista que a prática da justiça com as próprias mãos no Brasil, impede o estabelecimento da justiça social. Diante disso, tanto a formação da sociedade moderna quanto as falhas estatais surgem como impulsionadores desse imbróglio.
Vale ressaltar,inicialmente, a formação social como uma das causas do problema. Nesse viés, segundo o sociólogo Émile Durkheim, o conceito de anomia consiste na desintegração das normas sociais, causa das patologias da sociedade moderna e individualista. Nessa perspectiva, pode -se relacionar o pensamento a carencia de justiça na sociedade, o que, por conta, a impunidade de leis e o curto período de detenção o sistema falho e revoltante, provoca o atual quadro da prática com as próprias mãos.Tal conjuntura reflete-se segundo IBGE apontam mais de 90 por cento dos assassinatos saem impunes no Brasil, ratificando, assim o contexto anomico.
Além disso, convém citar a ineficiencia governamentais ao tratar a questão.Isso porque o descrédito com o poder judiciário no Brasil traz como consequencia o aumento nos números dos justiceiros entravam a superação desse contexto preocupante. Rompe-se , desse modo, a proposta do contrato social defendida pelo filósofo ingles Thomas Hobbes , uma vez que a precariedade de ações do poder público não permite a concretização do direito a segurança previsto no artigo 144 da Constituição Federal de 1988.Logo, a grave condição que envolve o tenebroso quadro permanece sem solução.
Portanto,medidas são necessárias para minimizar tal questão.Nesse aspecto,cabe ao Estado agente responsável pelo controle social investir na criação de um plano de mitigação a mídia a junto com a organização promover campanhas nos meios de comunicação a respeito desse tipo de atos,por meio da reorganização das diretrizes orcamentárias do erário, a fim