A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil
Enviada em 21/08/2020
De acordo com Aristóteles, “A base da sociedade e a justiça. ” Entretanto, o contexto do brasil do século XXI contraria, uma vez que a justiça com as próprias mãos, demostra-se como uma questão de injustiça gerando medo e insegurança, o que desestrutura a base da sociedade brasileira. Nesse contexto torna se evidente como causas, o legado histórico e as questões socioculturais.
Convém ressaltar, a princípio que o legado histórico se caracteriza como um complexo dificultador. De acordo com o pensamento de Claude Lévi-Strauss, só e possível interpretar adequadamente as ações coletivas por meio do entendimento dos eventos históricos, como, na antiguidade, começando pelo código Hamurabi, a lei do princípio ‘olho por olho e dente por dente’. Nesse sentido ainda apresenta raízes intrínseca ao passado, o que dificulta ainda mais sua resolução.
Ademais, a lenta mudança na mentalidade social é um forte empecilho para a solução do problema. Conforme Durkheim, o fato social é a maneira coletiva de pensar. Sob essa lógica, é possível perceber que a questão da justiça com as próprias mãos é fortemente influenciada pelo pensamento coletivo, uma vez que, se as pessoas crescem inseridas em um contexto social intolerante e injusto, a tendência é adotar esse comportamento. Assim, a falta de planejamento racional e menos imediatista impede que o problema seja resolvido, podendo inclusive, trazer consequências que agravam a situação.
Sendo assim, é preciso que o Ministério da Educação, em parceria com o conselho federal de psicologia do Brasil, desenvolva workshops e oficinas abertas à comunidade é escolas, que auxiliem os participantes na construção do seu pensamento crítico. Em tais eventos, devem ser elaborados atividades dinâmicas, que ensine a aplicação do pensamento racional, a fim de efetiva a educação da população sobre o tema. A partir dessas ações, espera-se promover uma melhoria no Brasil