A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil
Enviada em 25/08/2020
Justiça significa fazer a coisa certa, ser justo. No Brasil, na atualidade, com a deficiência de policiais nas ruas e falhas no setor judiciário, muitos brasileiros estão procurando fazer justiça com as próprias mãos.
Embora haja uma grande quantidade de policiais no Brasil, esse número parece ser insuficiente para proteger toda a população. O número de assaltos - principalmente nos grandes centros urbanos - estão aumentando a cada ano. A ausência de policiamento nas ruas facilita a ação dos criminosos, causando revolta na população, levando a vítima a agir por conta própria punindo o meliante, às vezes de forma humilhante, para que ele pense duas vezes antes de praticar um crime novamente. Um exemplo disso, foi o caso do adolescente acorrentado, sem vestimentas, num poste em via pública, no bairro do Flamengo, na cidade do Rio de Janeiro.
Concomitante a isso, as falhas no setor judiciário brasileiro, também revolta a população. Assassinos, que deveriam passar muito tempo presos, são colocados em liberdade por advogados, os quais usam brechas na justiça e conseguem “habeas corpus” (autorização judicial) para que essa soltura ocorra. A falta de impunidade e o sentimento de desprezo, por parte da Justiça, faz a vítima agir por conta própria. O programa Profissão Repórter, da rede globo, exibiu o caso de uma família que matou o assassino de um de um adolescente.
Analisando todo o exposto - a falta de policiais nas ruas e a fragilidade da justiça brasileira - vemos pessoas agindo como “justiceiros”. O Ministério da Justiça (MJ), através do serviço de segurança pública, deve contratar policiais suficientes para proteger toda a população. Quanto ao setor judiciário, o MJ deve rever as leis que punem esses bandidos para que não hajam mais brechas e evitem que criminosos perigosos andem á solta pelas cidades. passar confiança para a população, fará com que não haja, ou pelo menos menos diminua, o desejo de fazer justiça com as próprias mãos.