A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil

Enviada em 25/08/2020

Em consonância com a Declaração Universal dos Diretos Humanos (DUDH), a Constituição brasileira de 1988 prevê a todo cidadão o acesso à saúde, educação e segurança. no Brasil, entretanto, é possível encontrar falhas na efetivação das leis contra os altos índices de violência, roubos e furtos. Sendo assim, a prática da justiça com as próprias mãos tem se tornado cada vez mais comum em nossa realidade. Nesse sentido, convém analisarmos as causas, consequências e possíveis soluções para tal fenômeno.

Inicialmente, no filme Batman, mostra a história de um justiceiro que prendia bandidos porque quando pequeno viu seus pais serem mortos por assaltantes, sem que tivesse ajuda policial. Visto isso, Podemos comparar com a realidade do nosso país, que cresce ano após ano a taxa de violência, assaltos e assassinatos, mas muitos sem o cumprimento punitivo da parte judicial, o que acarreta o sentimento de vingança e revolta na população.

Por conseguinte, a violência gera mais violência, Além disso, destrói famílias e vidas por um deficit nas leis educativas, na formação intelectual e no bem estar social de crianças e adolescentes. Ademais, segundo Thomas More, enquanto a sociedade não der o mínimo ao povo, ela será injusta. Verifica-se que, para termos segurança, não basta punições e condenações, mas sim, examinar as raízes do problema.

Depreende-se, destarte, que o Estado e o Ministério da Educação, devem investir em uma boa base escolar e em palestras educativas para que a nova juventude possa ter inclusão na sociedade e por meio dos estudos, uma vida digna. Como ainda, O Estado pode investir na abertura de centros de apoio com finalidade de criar chances e possibilidades aos jovens que saíram do mundo do crime procurando novas oportunidades. Assim, pondo em prática o que se propõe na DUDH e na Constituição brasileira.