A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil

Enviada em 28/08/2020

No célebre livro Moby Dick, capitão Ahab persegue uma cachalote branca, que arrancou a perna do marinheiro no passado, procurando vingança em uma viagem ao mar, não imaginava que o navio afundasse pela própria baleia. Fora da ficção, percebe-se uma correlação entre a fantasia e a realidade, já que é notável em diversas civilizações a justiça com as próprias mãos.Pensando nisso, observa-se intensificado pelo governo não sendo justo com os todos cidadãos e a tendência humana em resolver de forma violenta.

Em primeira análise, de acordo com o artigo 144 da Constituição Brasileira é dever do Estado garantir a segurança pública, além de ser direito do cidadão reivindicar esse elemento jurídico. Porém, o que vê-se na prática é um descaso com a população, que coloca-se na busca de fazer justiça com as próprias mãos, uma vez que o governo não consegue exercer o ato constitucional em questão. É inevitável a necessariedade de medidas para fiscalizar de forma exímia esse setor criminal.

Em segunda análise, no seriado The Mentalist, Patrick Jane é um charlatão que desafiou um assassino em série, tendo como consequência a morte da esposa e filha do mentalista. Depois disso, procurou vingança contra Red John pelo ato contra a família de Jane. Nesse contexto, a ficção está presente também na realidade, haja vista a pauta de solucionar os problemas com mais violência, já que as instituições legais não conseguem fazer justiça para as vítimas, levando esta a fazer com as mãos. Desse modo, nota-se a dificuldade do governo brasileiro elaborar estratégias que visam aumentar a efetividade do sistema.

Assim sendo, medidas são necessárias. Urge ao Ministério da Justiça e Segurança Pública fiscalizar rigidamente o setor criminal do Brasil em conjunto com diversas companhias de advocacia que visam trazer juricidade às famílias, objetivando a diminuição da justiça com as próprias mãos. Também a fim de uma maior segurança pública no país. Portanto, tomando a providência discutida, espera-se que o mundo de Moby Dick não seja mais realidade.