A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil

Enviada em 28/08/2020

A insegurança da sociedade reflete o ato da justiça com as próprias mãos, julgar e escolher uma sentença para um criminoso já não depende apenas do sistema de segurança brasileiro, mas, a própria sociedade também, sendo assim gerando um conflito  entre o que é certo ou errado, o que é justo o injusto, mas tudo é resultado de um sistema de segurança ausente e incapaz de educar uma sociedade democrática que sempre lutou pelos próprios direitos.

Será que a sociedade pode se sentir  segura  por uma justiça que reflete a própria violência como solução, um sistema que se a pondera de punição e não ao uso da  educação o faz estar entre os países mais perigosos, Brasil, formado por um poder judiciário e legislativo falho, pois  erram em soluções e são faltosos em atitudes, causando a revolta e dando a liberdade a sociedade de não esperar ou confiar mais no sistema devido seus resultados.

Em virtude da justiça, em 1993 foi criado um sistema de segurança, legislador e julgador totalmente  ilegal e fora dos patrões de segurança do país o PCC " Primeiro partido da Capital" foi formado com o intuito de julgar causas que não foram corrigidas ou julgadas com eficiência pelo sistema de segurança, esse movimento pode mostrar de forma clara a ausência da corregedoria, após o comando tomar posse  de algumas areas em São Paulo, foi esperado um aumento da violência por se tratar de um grupo totalmente radical, mas por surpresa houve o inverso, o movimento causou grande impacto e diminuição dos números de roubos e mortes  no estado.

Embora a prática da justiça com as próprias mãos esteja incorreta ao ponto de vista da lei, mas, por quem a sociedade vai esperar justiça, se a própria lei falha e age de forma corrupta e injusta.

Em suma deve se haver a presença de policias  em mais bairros nobres e pobres, escolas particulares e publicas, e com atitudes que apliquem de forma educativa e não apenas punitiva, iniciando essa reforma no poder legislativo e refletindo no poder judiciário com novas leis.