A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil

Enviada em 01/09/2020

Estudos feitos na universidade marburg,na Alemanha,relatam que a predileção de se fazer justiça,é ainda maior quando se permite que a pessoa que sofre a punição saiba a razão pela qual esta sendo punida.Desse modo,torna-se premente analisar os principais impactos dessa problemática,pois cada crime que é revidado,é um espiral sem fim.

A lei de Talião,no reino da Babilônia,consiste na rigorosa reciprocidade do crime e da pena,chamada de retaliação,é expressa pela máxima-Olho por olho e dente por dente-.Tal entendimento leva muitos a cometerem barbáries,levando a um ciclo de cólera.

De acordo com o sociólogo americano Edward Ross, o ser humano herda quatro instintos:simpatia,sociabilidade,senso de justiça e ressentimento ao mau trato,com base nesses elementos se teria um senso de justiça universal.Para amenizar esses instintos temos a justiça institucionalizada que tem o ‘‘poder’’ de interromper tais comportamentos e acabar com a retaliação.

Por isso tudo,é necessário que todos entendam o genuíno significado de justiça,para isso,seria,primordial o apoio do governo para fomentar o pensamento crítico por intermédio de  campanhas midiáticas ,divulgar,os transtornos e perigos de se fazer justiça com as próprias mãos podem gerar a si próprio ,e a sociedade,sem deixar de lado investigações em casos de impunidade ,para que, a não credibilidade das instituições promovam ao cidadão a noção de que ele não tem a que instância recorrer.