A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil
Enviada em 31/08/2020
Violência não reeduca
Um destaque das primeiras civilizações são os Babilônios, que ficaram conhecidos por criarem os primeiros código de leis, uma é a famosa lei de Talião- “olho por olho, dente por dente”, resume que a justiça é fazer o mesmo que foi feito. Consoante a esse pensamento hodiernamente cidadães querem fazer justiça com as próprias mãos, o que só gera mais violência e não resulta no fim do conflito, muito menos em um solução racional para o problema, que pode ser resolvido com a reabilitação dos indivíduos e ainda gerar equidade a todos.
Em primeira instância é primordial evidenciar o sistema penitenciário como uma forma de reeducar o cidadão que cometeu algum delito, possibilitando-o de um dia voltar para sociedade respeitando as legislações. Nesse sentido, é um pensamento consoante ao do filósofo Immanuel Kant, em paráfrase diz que o homem é o que a educação faz dele, desso modo, é melhor reeducar do que gerar uma guerra de vinganças.
Na segunda instância destaca-se a importância da igualdade a todos, o que é assegurado pelo artigo 5° da constituição federal brasileira, mostrando mais uma vez que o contrato social é a melhor opção, já que a divisão de classes não possibilitaria uma simetria na justiça com as próprias mãos. Entretanto, em uma sociedade assim, grupos como: religiosos, órfãos, mães solteiras, famílias de baixa renda, pessoas com alguma fragilidade de defesa, se não fosse por uma lei nacional não seriam justiçadas.
Dado o exposto, nota-se a importância de não rebater um crime com outro. Portanto, cabe ao ministério de educação levar palestras e teatros ao ensino médio, de forma que prenda a atenção dos alunos, oferecendo conteúdos que mostre as consequências desses atos, realizando esse projeto em auditórios escolares, com o proposito de ter uma geração socialmente ensinada.