A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil
Enviada em 25/09/2020
A prática da justiça com as próprias mãos se faz presente desde o seu surgimento em 1700 antes de Cristo, na Babilônia, a partir do código de Hamurabi, que dizia que um ato tem suas consequências, o famoso ditado “olho por olho” e “dente por dente”. Essa prática é vista até os dias atuais, em que indivíduos tomam decisões precipitadas e violentas em forma de justiça.
Primeiramente, cabe pontuar que as pessoas se sentem repreendidas contra algo de errado na sociedade, como por exemplo, quando alguém tem um familiar machucado ou algum objeto de grande valor quebrado por outra pessoa, não respeitam as leis, tentando fazer justiça. Além disso, segundo Fernanda da Macena Conceição, nas ruas de Manaus, entre os anos de 2015 a 2018 foram 69 casos que culminaram com óbito.
Por conseguinte, vale ressaltar que tomar decisões precipitadas pode gerar muitas consequências, assim como o caso de Fabiane Maria de Jesus, que pelo motivo de ser acusada nas redes sociais de sequestro infantil, foi linchada por centenas de pessoas e acabou falecendo.
Portanto, o Ministério da Justiça deve instituir uma lei que proíba o cultivo dessa forma errada de justiça com punição. Somado a isso, fazer propagandas nas redes sociais com o objetivo de conscientizar os indivíduos que há setores responsáveis para a segurança da sociedade, evitando o linchamento.