A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil
Enviada em 12/06/2021
Conforme a primeira Lei de Newton, a da inércia, a qual afirma que um corpo tem de permanecer em movimento, até que uma força atue sobre ele, mudando de percurso, a prática da justiça com as próprias mãos no Brasil é um problema que persiste na sociedade há muito tempo. Com isso, ao invés de funcionar como uma força capaz de mudar o percurso dessa problemática, a combinação de fatores como ausência de justiça e o aumento da criminalidade acabam por contribuírem para a situação atual.
Em primeira análise, cabe pontuar que a falta de equidade por parte do Poder Judiciário é um dos pilares que provoca o comportamento da sociedade para fazer justiça com as próprias mãos. A exemplo, no Brasil, estupradores são condenados seis anos de prissão, mas, eles são liberados bem antes de completar a pena. Nesse sentido, as leis e autoridades monstram ineficientes e incompetentes para cumprirem seu papel dividamente, consequentemente, surgi o sentimento de ódio nos cidadãos, fazendo com que eles busquem isenção por si próprio.
Ademais, vale salientar que o Ministério da Justiça divulgou em suas redes sociais que a cada ano, o índice de criminalidade aumenta um terço. Por certo, a violência dispertou uma sensação de medo nos indivíduos e de se sentirem vulneráveis. Além disso, há percepção de que o Estado é ausente, despertando na população a vontade de cometer atos violentos contra os criminosos, pois eles se encontram sozinhos sem proteção. Diante disso, percebe-se a mudança do percurso da justiça com as próprias mãos, da persistência para a extinção.
Dessa forma, são necessárias forças suficientes para mudarem a trajetória do impasse no país. Portanto, é mister que o Poder Executivo juntamente com o Ministério da Defesa, invista na segurança dos brasileiros, por meio do aumento de policiais militares nas ruas e fiscalização feitas com câmeras de seguranças colocadas em cada bairro das cidades, a fim de mitigar a justiça com as próprias mãos, por conseguinte, formentar a segurança de todos.