A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil

Enviada em 03/02/2023

Observando o cenário, é comumente assistir pelos veículos de informações do nosso país, cenas arrepiantes de crueldade, injustiças sendo aplicadas por pessoas desqualificadas, operando a justiça com as próprias mãos, sem nenhum conhecimento sobre a legislação vigente e na aplicação ordinária das leis. Ainda permanece ultrapassadas às formas de julgamento da pessoa humana, leis que foram moldadas por culturas diversas, ensino religiosos, monarcas absolutistas que enraizaram um aprisionamento da ação da justiça, excluindo o julgamento moral estabelecida pelo lado racional.

É preciso pontuar de início que a violência é algo abrangente em nosso país, os órgãos que atua para reparar e aplicar a justiça não dá conta de atender todos os cidadãos naquilo que necessita, isso torna um problema, surgindo grupos não habilitados pela justiça tentando agir pelas próprias mãos, desencadeando uma grave crise de injustiças.

Ainda convém lembrar que certas culturas, princípios religiosos e legislação de monarquistas trouxeram influências de práticas injustas, não cosntruiu e fez contribuição para o aperfeiçoamento ético da sociedade, introduziu-se conceitos que não agregou para o bem comum, moldados pela cegueira de pensamentos completamente irracionais o cidadão se encontra em um estado de isolação, sem ter um amparo completo sobre a legislação vigente, resulta assim por outros meios e formas para a prática de atos injustos.

Dessa forma, os órgãos como STF e STJ devem promulgar campanhas e orientar grupos, escolas, igrejas e mais partes que compõe a sociedade, que com maior rigor, no preparo de ensinar e proteger o cidadão, sendo ele um bem maior na sociedade, precisa de cuidados psicológicos e sociais. Assim, o cidadão que está preparado e conhece os seus direitos, irá pedir ajuda em órgãos preparados e com disponibilidade para atende-lo, dirimindo conflitos existentes no tocante à atos injustos.