A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil
Enviada em 08/02/2018
É indubitavelmente notório que os brasileiros tem sede de justiça e que desacreditam no poder judiciário e pensam que podem ajustar isso. Embora a juridicidade do nosso país seja falho, não é cabível que a sociedade tenha o hábito de espalhar o ódio a vingança, cometendo assim mais um delito.
Como o positivista Auguste Cury, “frágeis usam a violência, e os fortes, as ideias”. É fato que a justiça no Brasil ainda é tardia, mas que em um dado momento ela vai agir, mesmo com a descrença e desconfiança do povo que acreditam que o revanchismo seja melhor que uma punição correta e dentro das leis.
É perceptível que os números de atos infratores vem aumentando e pode fazer uma analise junto com a anomia de Emile Durkeim que diz que é somente falta de normas perante a sociedade. A justiça com as próprias mãos só serve para torturar o indivíduo que cometeu algo que não está dentro dos padrões da sociedade, pois estará sempre punindo a pessoa e não o ato ao qual foi cometido e o poder judiciário que é apto a fazer o julgamento vai observar a prática ocorrida.
Fica evidente, portanto, que a justiça brasileira é tardia, porém, a justiça com as próprias mãos não é um ato de juricidade. Que os policiamentos deveriam ser mais constantes, evitando com que a sociedade faça o que eles entendem como justiça. Bem como o governo melhore a segurança pública para que os índices de violência, furtos diminuam e consequentemente este tipo de “justiça”. As escolas juntamente com os órgãos competentes dos municípios fazerem palestras e explanações do assunto para que assim a sociedade entenda a somente julgar o ato acontecido.