A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil
Enviada em 08/02/2018
O massacre da injustiça
Segundo João Paulo II, a violência destrói a dignidade da vida e a liberdade do ser, porém no Brasil é comum a prática da justiça com as próprias mãos, uma vez que uma parcela da sociedade afirma que bandido bom é bandido morto e tentam diminuir a violência, realizando-a.
De forma que a população vem confundindo justiça com vingança, assim ser justo perde o objetivo construtivo e passa a ser destrutivo. Por outro lado, para que se possa alcançar a justiça é necessário arrancar esse sentimento vingativo enraizado nos brasileiros. De modo que, se for realizado a justiça se iguala a igualdade.
Devido à demora na resolução dos crimes no país em questão, a sociedade do mesmo afirma que esse é o país da impunidade, que lixar e/ou matar o indivíduo vai resolver os crimes, quando na verdade só está aumentando os índices de violência e infringindo o Artigo V dos direitos humanos, que diz: ninguém será submetido a tratamento cruel e desumano.
Consoante à problemática abordada é preciso que a justiça brasileira (MJ) puna os criminosos de maneira adequada, acelerando os processos, para que esses não saiam ilesos das consequências dos crimes que cometeram. E que a mídia em parceria com o MEC possa conscientizar a sociedade de que não se diminui a violência realizando-a, por meio de propagandas, palestras e debates sobre o tema, pois de acordo com um filósofo a única arma capaz de combater a violência é a inteligência.