A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil
Enviada em 05/03/2018
Agressões. Mortes. Violência. Em pleno século XXI, pode-se presenciar no Brasil uma quantidade absurda de crimes dos mais variados tipos, desde um roubo, até um estupro ou assassinato, sendo cometidos todos os dias. A sociedade está cansada de sofrer com a falta de segurança, o que leva uma parte da população a recorrer a um caminho que só gera mais violência: praticar a justiça com as próprias mãos.
Na mídia percebe-se muitos casos de crimes cometidos, principalmente, por jovens. O furto é bem comum nesse caso, dinheiro, relógios, celulares, são alguns dos objetos cobiçados por eles. Há também os crimes mais graves, considerados hediondos, como o estupro e o assassinato, que tem ceifado milhares de vidas todos os anos em nosso país. Como a sociedade reage diante desses fatos?
A violência se torna a justiça de muitos e a vingança uma forma de aliviar a dor. Quando um pai descobre que a sua filha foi estuprada, por exemplo, ele fica muito irado e triste pela situação, e por talvez não acreditar na justiça, recorre a um atitude extrema, que é violentar ou até mesmo matar o agressor. Dessa forma outro crime seria cometido e o número de mortes só teria a aumentar.
Mediante os fatos expostos, medidas eficientes devem ser colocadas em prática para acabar com a violência no Brasil, e consequentemente com a justiça com as próprias mãos. Já que geralmente o jovem é o mais prejudicado, é preciso que haja uma preocupação maior dos governantes com eles, bem como um investimento nas escolas, para que os professores tenham recursos de ensinar esses jovens alunos de forma que
eles gostem de aprender e estar naquele local, a criação de oficinas de música seria uma ótima opção para os jovens ocuparem o seu tempo. Além disso, é necessário que a família esteja sempre acompanhando e ensinando os filhos os valores da vida. Assim seguiremos o pensamento de Martin Luther King, quando ele afirma que " Uma das coisas importantes da não violência é que não busca destruir a pessoa, mas transformá-la."