A prática da justiça com as próprias mãos no Brasil

Enviada em 12/04/2018

Cada vez mais a prática da criminalidade está aumentando no Brasil. Assim, é necessário ter consciência que fazer justiça com as próprias mãos não é correto, é crime. Ou seja, a vítima acaba sendo um criminoso. Agir sob legítima defesa, se a pessoa estiver correndo risco de vida, e se defender, isso é correto, diferente de atacar o meliante só por vingança.

Com isso, frequentemente surgem-se casos em que pessoas atacam bandidos por quererem fazer justiça, às vezes as vítimas atacadas nem são bandidos de fato, mas foram torturadas por serem confundidas com ladrões. Assim, eles se sentem no direito de agredir alguém com as próprias mãos, já que na concepção deles, a polícia não resolveria o problema.

Além disso, muitas pessoas usam a expressão “bandido bom, é bandido morto” para justificarem seus atos, o de torturarem malfeitores, e suas formas ignorantes de pensar. Essa expressão é totalmente errônea, pois além de ser algo que não está nas mãos da sociedade (o poder da justiça), é também uma “porta aberta” para que os meliantes pensem que devem matar policiais, antes que a polícia os matem.

Torna-se evidente, que é necessário que haja mais eficácia no trabalho da polícia, tendo mais fiscalização, e, também, que eles demonstrem que não são símbolos de pavor, mas sim de respeito e segurança aos Direitos Humanos. Além disso, é legal que o Ministério da Educação (MEC) invista em palestras nas escolas, visando à boa formação de pessoas, para que tenha mais respeito aos cidadãos, independente de como sejam, deve-se respeitar os Direitos Humanos. Logo, é interessante que o Ministério das Comunicações crie campanhas em que incentivem as pessoas a não fazerem justiça com as próprias mãos e confie para que a autoridade “tome a frente” e faça o justo.