A prática do catfish e seus perigos

Enviada em 02/06/2022

A apropriação de identidade ganhou um novo uso com a criação das redes sociais e é comum vê-la sendo utilizada para aplicar golpes virtuais, esse cenário ficou popularmente conhecido como “Catfish”. Fica evidente que as vítimas são pessoas que buscam suprir suas necessidades emocionais na “internet” em razão da carência afetiva e seus golpistas são oportunistas que se aproveitam de brechas na segurança.

Desta forma, a necessidade de conviver socialmente para nos suprir física e psiquicamente fica clara para que não se desenvolva o carecimento emocional. De acordo com Aristóteles “o homem é um ser social porque é um animal que precisa dos outros membros da sociedade”, tal afirmação apenas reforça ser preciso se relacionar afetivamente, a fragilidade dos usuários do Meio técnico-científico informacional e sua exposição em relação à segurança na “web” se elucida. A série americana nomeada de “O golpista do Tinder” retrata exatamente essa situação, detalhando a história do estelionatário israelense Shimon Hayut que aplicou um golpe de mais de 10 milhões de dólares.

Portanto, faz-se indispensável encontrar formas de mitigar o problema, a OMS deve através de campanhas e palestras esclarecer, conscientizar e ensinar a reconhecer o carecimento emocional para diminuir os casos de “web” relacionamento e o governo tem de criar um órgão especificamente para garantir a proteção de quem usa o ciberespaço monitorando perfis “fakes” e seres mal-intencionadas por meio de impostos cobrados da população assim decrescendo o número de golpes de estelionato.