A precarização do trabalho informal

Enviada em 01/11/2022

É evidente como a precarização do trabalho informal representa um desafio para uma sociedade alienada e corrompida como a brasileira. Inicialmente, isso é fruto da alta taxa de desemprego e o debilitado desempenho da economia. Nesse contexto, ao analisar os fatores supracitados, percebe-se que a problemática em questão, além de ser uma realidade, tende a potencializar e agravar a imoralidade inata dos cidadãos que vive em tal situação.

De início, entende-se que a falta de emprego é um fator crucial para a existência do entrave na sociedade, pois uma parcela significativa de pessoas recorrem a outros meios de renda, na necessidade de garantir o ganho para as contas do mês, e, abdicando das boas condições pra isso. Segundo Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e pensar. Seguindo essa linha de pensamento, nota-se que o problema, já tornou-se cotidiano e a população habituou-se a ele. Assim, em virtude dessa alienação, a precarização do trabalho informal persiste no corpo social.

Além disso, atualmente trabalhadores informais como: entregadores e motoristas de aplicativos, sobre circunstâncias à “pandemia do covid-19” sofrem com a elevada taxa da inflação e consequentemente o aumento do preço no combustível, caindo por terra seu rendimento. Conjuntamente, para Gilberto Dimenstein, em seu exemplar “Cidadão de Papel”, a legislação brasileira é ineficaz, visto que, embora aparenta ser completa na teoria, não se concretiza na prática. De modo a enxergar a permanência da precarização do trabalho em tempos de crise, compreende-se inegavelmente, a existência dessa conduta passiva e ineficaz praticada pelo cidadão brasileiro, já que ele inclina-se a ser insignificante.

Em suma, é extremamente necessário reverter o quadro atual. Afim de melhorar circunstâncias reais relacionadas ao trabalho informal, o CDES(Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social) junto ao Condefat(Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador), viabilizar a reativação da economia brasileira, aumentando a execução de obras públicas de infraestruturas para gerar emprego, promovendo atividades econômicas com finais lucrativos, e assim reduzir significativamente o desemprego da nação brasileira.