A precarização do trabalho informal
Enviada em 07/11/2022
Segundo uma matéria realizada pelo Jornal do Comércio de Pernambuco, o trabalho informal cresce cada vez mais no Brasil e se torna alternativa para milhões de pessoas. Nesse contexto, o trabalho informal se torna importante para o sustento de muitas famílias, muitas vezes se torna sua única opção para se manter. No entanto, o mercado de trabalho informal é precário e imprevisível, se tornando um problema para muitas pessoas. Isso ocorre pela carência de empregos formais, como também pela falta de políticas governamentais de assistência social.
Sob essa conjectura, convém enfatizar que a falta de empregos formais é um dos principais motivos para que o trabalhador se empregue no mercado informal, ele não possui alternativas e, por isso, aceita trabalhar informalmemente e, muitas vezes, em condições péssimas de trabalho. De acordo com uma matéria realizada pela plataforma Brasil Escola, a fome é um problema que afeta cerca de 15,5% da população brasileira. Desse modo, fica evidente que as pessoas necessitam se sustentar e, por isso, acabam aceitando qualquer tipo de trabalho precário.
Outrossim, é ncessário ressaltar que a falta de políticas assistenciais é escassa e falha no Brasil, o que permite que o trabalho informal seja cada vez mais precário, pois se a populção precisa se alimentar e não há boas ofertas de trabalho, a única alternativa é aceitar as precariedades do mundo informal. Não há problema em trabalhar informalmente, o que não se pode permitir é trabalhar indignamente. As pessoas, devido a sua condição social, acabam aceitando qualquer coisa que lhe venham a oferecer e, por isso, o governo precisa intervir.
Portanto, fica evidente que a não geração de novos empregos e a falta de políticas governamentais são problemas que contribuem para a precarização do mercado informal e que, destarte, são necessárias medidas a fim de amenizar este impasse. Para isso, o governo em parceria com o Ministério da Educação, Economia e Desenvolvimento Social devem incentivar e investir na criação de novas empresas que gerem novos empregos, como também na capacitação profissional, como a criação de instituições públicas profissionalizantes, dando preferência para as pessoas em situação de pobreza. Com isso, diminuir este impasse.