A precarização do trabalho informal

Enviada em 07/11/2022

Na aclamada série adolescente Outer Banks, retrata a vida de um adolescente chamado John B, onde ao decorrer dos episódios é mostrado que o menor de idade é obrigado a trabalhar informalmente para se sustentar com muito pouco. Apesar de fictício, é muito decorrente esses casos no Brasil, uma vez que é considerável o número de pessoas que vivem na precarização do trabalho informal. Dessa forma, urge não só analisar a precaridade como os motivos principais pelo revés.

Deve se pontuar, de início, a quantidade de jovens trabalhando em “bicos” e como eles são afetados por isso, e por maioria das vezes acabam se expondo ao perigo. De acordo com o jornal online, O Globo, um jovem 23 anos sofreu uma parada cardíaca em meio do trabalho como entregador, ao invés da empresa concender um auxílio funeral para a família apenas desativaram a conta do rapaz por má conduta por não conseguir entregar os pedidos do dia. Esses indivíduos raramente tem acesso aos seus direitos, são tratados como se fossem nada por não ter uma carteira assinada, ademais, ainda sofrem o abuso constante de ter que trabalhar mais que o necessário para ganhar um pouco mais.

A famosa constituição federal de 88 diz, “todos temos direito básicos civis (lazer, educação, saúde, liberdade, etc.)”, porém, é raro ser utilizada dado às condições de vida desses trabalhores. Muitos se submetem à esse tipo de vida por falta de oportunidades, por não saberem aonde procurar serviços, não saberem montar um currículo ou até as vezes por não terminarem a escola. Principalmente nos últimos tempos, o numéros de empregos informais vem subindo, inúmeros foram afetados pela pandemia os obrigando a se expor para conseguir colocar comida casa.

Portanto, infere-se a necessidade de combater os problemas enfrentados pela precarização do trabalho informal. Para isso, é necessário que o Ministério da Economia faça ações sociais em lugares mais pobres, onde são mais recorrentes os casos, tornando acessível a busca por empregos melhores e ajudando também concluírem os ensinos para aqueles necessários. Desse modo, espera-se uma sociedade mais justa e igualitária.