A precarização do trabalho informal
Enviada em 09/11/2022
Segundo o filósofo Bauman, o Estado promove aos grandes empresários privilégios, enquanto a sociedade torna-se vulnerável. Contudo, este imbróglio é observado na contemporaneidade, dado que a precarização do trabalho informal é reflexo do desemprego elevado sem carteira assinada ou registros formais. Tal fato, decorre de uma negligência estatal, resultando em uma desigualdade social.
Sob esse viés, convém ressaltar, a príncipio, como a negligência estatal afeta diretamente no problema. Nessa análise, o filósofo John Locke discute que o Estado é responsável por garantir direitos naturais aos indivíduos, quando não cumpre com o seu papel está rompendo com o contrato social. Sendo assim, a atualidade confirma a fala do inteligente, visto que o Estado mostra-se negligente em relação aos trabalhadores autônomos que vivem da precarização de suas atividades remuneradas. Isso porque, o cenário atual do trabalho informal apresenta diversas fragilidades.
Ademais, é essencial pontuar a desigualdade social como outra base da problemática. Nesse sentido, o pensador Thomas Hobbes defende que a natureza humanda tende a maldade, o que pode prejudicar o próprio indivíduo. Isto é, a diferença nas condições de acesso a direitos é exacerbada, haja vista que, os trabalhadores informais tem a necessidade de uma jornada muito alta para conseguir ter um ganho razoável. Dessa maneira, fica visível a não garantia de serviços básicos.
Depreende-se, então, que medidas sejam tomadas para superar a precarização do trabalho informal, a citar, a negligência estatal e a desigualdade social. Para tanto, cabe ao Poder Executivo, juntamente com o Ministério da economia responsável por gerir a sociedade a criação de projetos que explique e exemplifique a atividades sem vínculos empregatícios. Assim, será possível reverter este cenário atual e romper com o conceito de Bauman.