A precarização do trabalho informal

Enviada em 10/11/2022

No período da pandemia muitos brasileiros ficaram desempregados, por conta disso tiveram que recorrer a outros meios para se sustentar por conta própria. Tendo noção dessa situação ocorreu um aumento significativo do trabalho informal no Brasil e no mundo, que por sua vez acarretou em uma precarização tanto para o indivíduo quanto para a economia do país. Pode-se citar alguns exemplos da precarização do trabalho informal, como a falta de legislação social, trabalhista e a falta de segurança na renda.

Primeiramente, o aumento do trabalho informal ocorreu devido a vários fatores, como o desemprego, pandemia, economia ruim e muito mais. Na busca por se sustentar o cidadão brasileiro encontrou a forma por meio do “bico”, que por sua vez é um trabalho informal sem benefício algum e na maioria dos casos com uma remuneração precária. Além disso, o cidadão fica isento das leis trabalhistas, perdendo então auxílios fundamentais, como auxílio doença, aposentadoria, décimo terceiro, entre outros mais.

Outra problemática do trabalho informal é a variação de renda, segundo pesquisas mais da metade do país se encontra em um trabalho informal, resultando muitas vezes em uma dinâmica salarial, que por sua vez não gera segurança ao indivíduo. Pode-se citar o exemplo do motorista de aplicativo, a renda dele é instável, pois varia de acordo com a quantidade de corridas feito naquele dia. Devido a isso o cidadão dobra a carga horária dele, para assim receber uma quantia maior, por consequência prejudicando também a sua saúde física e mental.

Portanto é evidente debater para solucionar essa problemática do Trabalho informal e sua precarização. Por isso cabe ao Governo Federal, juntamente com o Ministério do Trabalho realizar parceria com a mídia e com outros órgãos públicos para assim criar um plano de integração das políticas de fiscalização por meio de pesquisas diretamente com os indivíduos com trabalhos informais, proporcionando então a reflexão dos reais direitos dos trabalhadores, e assim favorecendo instâncias de conciliação entre os empregados e trabalhadores informais.