A precarização do trabalho informal
Enviada em 16/11/2022
O filósofo brasileiro Raimundo Teixeira Mendes, em 1899, adaptou o lema positivista ‘‘Ordem e Progresso’’ não ´so para a Bandeira Nacional, mas também para a noção que, no contexto hodierno, enfrenta significativos estorvos para o seu desenvolvimento. Lamentalvelmente, entre eles, a precarização do trabalho informal representa uma antítese à máxima do símbolo pátrio, que tal postura resulta na desordem e no retrocesso do desenvolvimento social. Esse lastimável panorama é calcado na inoperância estatal e tem como propulsor a priorização de lucros.
De início, há de se constatar a débil ação do Poder Público enquanto mantenedora da problemática. Acerca disso, o filósofo inglês Thomas Hobbes, em seu livro ‘‘Leviatã’’. defende a incumbência do Estado em proporcionar meio que auxiliam o progresso da coletividade. As autoridades, contudo, vão de encontro com a ideia de Hobbes, uma vez que possuem um papel inerte em relação ao problema. Esse cenário decorre do fato de que, assim como pontuou o economista norte-americano Murray Rothbard, uma parcela das representantes governamentais, ao se orientar por um viés individualista e visar a um retorno imediato de capital político, negligencia a conservação de direitos sociais indispensáveis, como o direito negligenciado.
Por conseguinte, engendra-se a priorização dos lucros. Posto isso, segundo filósofos como Karl Marx. Nesse Sentido,seguindo a perspectiva marxista, para serem superados entraves dentro da lógica capitalista, faz-se necessário medidas contra a mesma. Logo é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Diante disso, é necessario que o estado, aja fazendo alterações de investimento, por meio de publicidades e assim chegando a diminuição da precaridade do trabalho informal, para evitar uma possivel ‘crise’ dentro da nação.