A precarização do trabalho informal
Enviada em 16/11/2022
Em meados do Século XVIII na Europa, se iniciava um dos movimentos mais importantes da história: a Revolução Industrial, periodo esse em que o lucro ficou a frente do trabalhador, assim as condições de serviço da época tornaram-se precárias. De maneira analoga, é possivel notar que o contexto atual do nosso pais condiz com o que ocorreu na época, visto que parte da população vive do trabalho informal em situações semelhantes às de antigamente. Desse modo, é possivel notar que essa problematica nociva agrava a qualidade de vida e a economia do país.
Nesse sentido é valido ressaltar que o serviço sem vínculos empregaticios desestabiliza a qualidade de vida. Segundo uma constatação feita no Blog Rede Brasil Atual, a pandemia da covid-19 fez com que a maioria dos trabalhadores tivessem que ficar em casa, gerando assim uma crise social visto que muitas dessas pessoas tiveram que se sujeitar ao trabalho informal, sujeição essa que gerou uma desestabildade finaceira em suas rotinas. Nesse sentido,. é possivel notar que a pandemia tornou mais evidente essa precarização histórica antes não tão notável como após a pandemia.
Nesse contexto, a informalidade torna a economia nacional mais frágil. Conforme aponta uma matéria do site Uol o trabalho sem carteira assinada avança cada vez mais, sem direitos trabalhistas, sem convenios médicos, e além disso gera menos renda, o que acarreta numa jornada excessiva, e com baixo poder de consumo. Embora essa já era uma realidade de muitos, com o alto indice de desemprego, hoje os números no Brasil são alarmantes.
Para reverter este quadro, é necessario que o governo crie planos por meio de institutos para estimular a volta desses micro empreendedores ao mercado de trabalho. E que tambem, crie uma reserva de caixa especifica, por meio do Ministério da economia, a fim de possibilitar empréstimos com baixa taxas de juros aos empresários para que possam manter seus empregados e negócios em eventuais crises que possam assolar o Brasil novamente.