A precarização do trabalho informal
Enviada em 11/11/2022
“Ninguém respeita a Contituição, mas todos acreditam no futura da nação”, na música “Que País é este?”, da Banda Legião Urbana, há a denúncia acerca de diversos problemas sociais. Isso pode ser observado na realidade brasileira na medida em que a omissão governamental e a apatia coletiva perpetuam a precarização do trabalho informal.
Nesse contexto, a inoperãncia do Estado compromete compromete a harmonia coletiva no que concerne à precarização do trabalho informal. Acerca disso, Aristóteles, importante filósofo da Grécia Antiga, afirmou que a Política é a ciência a qual deve proporcionar a felicidade individual e coletiva. Entretanto, a realidade brasileira vai de encontro à teoria sobredita, haja vista que a omissão governamental não da a devida atenção a esse público. Dessa maneira, o Poder Público, ao assumir uma postura apática, coopera para a manutenção do problema no País.
Ademais, a apatia coletiva contribui para manutenção da precarização do trabalho informal. Sob essa perspectiva, na obra “Cegueira Moral: a perda da sensibilidade na modernidade líquida”, Zygmund Bauman discute acerca da passividade social diante das mazelas ao seu entorno. Nesse viés, a obra supracitada ganha contornos específicos no Brasil, em que essas pessoas passam despecebidos pela sociedade. Diante disso, em razão da inércia da coletividade, o problema perdura no País.
Logo, o Governo deve criar campanhas educativas no meio físico e virtual. Isso será feito por meio da divulgação de propagandas em panfletos, televisão, redes sociais como: Instagram e Facebook. Essa medida tem finalidade de instruir a população acerca da precarização do trabalho informal no Brasil, finando com a omissão governamental e, também, com a apatia coletiva, já que os indivíduos saberão cobrar seus direitos, os quais são garantidos pela constituição.