A precarização do trabalho informal
Enviada em 06/12/2022
Atualmente, uma grande quantidade de jovens, aproximadamente 40% todos os anos, de acordo com o site da globo, recorrem ao trabalho informal, na maioria das vezes, por falta de opções melhores, o que pode ser um grande problema para eles, justamente por não ser um trabalho registrado. O trabalho informal, também chamado de “bico”, pode gerar diversos desafios, como eles não há onde recorrer caso os serviços oferecidos parem de ser contratados, ou até mesmo imprevistos, como foi o caso da pandemia do COVID-19.
Durante a pandemia, os trabalhadores informais ficaram vulneráveis, justamente pela falta de contratação de seus serviços, por não necessitarem de panfleteiros ou de outros serviços por exemplo, e por estarem em quarentena, muitas pessoas perderam seus trabalhos e assim também aconteceu com esses trabalhadores. E eles tiveram e possivelmente poderão ter dificultades por estarem à margem do Sistema de Proteção Social, e se por caso ocorra um imprevisto, que pode ser causado por um acidente ou até como foi citado, um período de quarentena, os trabalhadores informais terão que recorrer a outras formas de conseguirem esse dinheiro e de se sustentarem.
Uma solução com mais segurança é o Contribuinte Facultativo, uma pessoa com mais de 16 anos a qual não possui renda própria, que, por meio do INSS, é possivel que o trabalhador contribua para a Previdência Social, assim ele também recebe e garante um apoio caso as expectativas saiam do esperado. Além da solução sitada a uma outra forma, mais arriscada, que é, conseguir dinheiro por meio de investimentos privados, investindo o dinheiro na Bolsa de Valores de empresas por meio de aplicativos específicos, é possível ganhar certas quantidades, sendo um jeito de ganhar um valor extra e um modo de se sustentar, mas para ter menores chances de se cometer erros cursos de investimentos podem ajudar esses trabalhadores a ganharem ou perderem menos neste sistema.