A precarização do trabalho informal
Enviada em 10/04/2023
A partir da segunda metade do século XIII foi reivindicada a primeira revolução industrial, a famosa substituição de mão de obra humana pelas máquinas. Nesse sentido, tal panorama promoveu a evolução dessas máquinas, aprimorando-as, e fazendo cada vez mais uma troca entre humanização e tecnologia. Em contrapartida, nota-se que essa realidade impôs novos desafios para as sociedades contemporâneas, como o quantitativo de desemprego atual. Desse modo, torna-se premente analisar os principais impactos dessa problemática: O aumento do trabalho informal pela sua vasta facilidade e falta de mão de obra especializada e o grande impacto do aumento de novas tecnologias no mundo contemporâneo.
É evidente que o mercado de trabalho torna-se atualmente um dos campos mundialmente mais precários para o ingresso de novas mãos de obras humanas. Nota-se uma competição entre máquinas e pessoas, e quem decide qual aderir são as grandes empresas, com isso, o trabalho informal tornou- se um campo de grande procura para pessoas que não possuem um ensino básico ou mesmo um ensino técnico, pela sua falta de condição financeira. Logo, seus benefícios são escassos, e diversas vezes são mal remunerados sem a digna formação profissional, consequentemente aderem-se aos serviços sociais mais deficientes de direitos formais, direitos esses como: falta de segurança e altas cargas horárias.
A tecnologia foi abrangente no mundo atual, sua chegada mudou o mundo social e empresarial, mas consigo veio também o grande número de desempregos, atribuindo um paradoxo para a população: A verdade é que a “quarta revolução industrial” impulsionou a substituição do homem pela tecnologia avançada. Podemos obter como realidade atual, as notícias no portal G1 reportando desemprego e o crescimento da procura do trabalho informal.
Diante do exposto, é notório a necessidade de uma transformação nas políticas públicas dos ensinos atuais, dando mais qualificação para as pessoas, pois Paulo Freire dizia que “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.” Obter um controle sobre o aumento de novas tecnologias, dando espaço para a mão de obra humana e resolvendo o atual paradoxo da chegada de novas experiênciais tecnológicas.