A precarização do trabalho informal

Enviada em 24/08/2023

No final do século XIX, o Brasil recebeu milhares de imigrantes, que infretaram muitos desafios socioeconômicos, por não possuíerem nenhuma garantia jurídica para trabalharem nas lavouras cafeeiras. Do passado ao presente, o mesmo caso ocorre, mas, pautado na precarização do trabalho informal. Nesse sentido, nota-se que o o desemprego é o principal influenciador, constatando, consequentemente, negligência estatal.

A priori, é importante ressaltar que a falta de emprego colabora para a informalidade laborial. De acordo com o portal de notícias UOL, quase 56% da população nacional trabalhadora é ausente de vínculo trabalhista e de um salário mínimo. Dessa forma, contata-se o prejuízo causado pelas atividades laboratoriais informais, já que o cidadão mal consegue ter acesso as suas necessidades básicas. Ademais, essa ausêcia de acessibilidade está pautada em nãõ conseguir sustentar a família, tampouco pagar o aluguel. Então, inquestionavelmente, percebe-se o dano promovido por essa precarização que afeta a sociedade simultaneamente.

Por conseguinte, a situação anterior evidencia negligência governamental. Em concordância com os pensamentos do filósofo Thomas Hobbes, cabe ao governo local sanar todas as necessidades populacionais e, assim, gerar ordenamento. Todavia, essa premissa é apenas teoria nas condições atuais, já que um trabalhador informal mal consegue possuir estabilidade socioeconômica, devido aos problemas financeiros desencadeados por falta de ordem estatal. Nesse viés, observa-se uma contradição política, já que o líder de Estado é selecionado para evitar problemas sociais, mas, nitidamente, os populares são desfavorecidos.

Portanto, o cenário presente precisa ser revertido. Logo, o Ministério da Cidadania e do Trabalho devem agir em conjunto para elaborem mais empregos formais. Isso pode ser feito por meio de incentivos fiscais às empresas nacionais para que se realoquem integralmente no país, a fim de proporciarem incrimento de mão de obra nacional e, com isso, reduzirem a precaridade dos empregos informais causadas pelo desemprego com vínculo. Dessa forma, problemas sociais reduzirão com essa medida e os pensamentos do contratulista de Hobbes deixarão de ser apenas teoria e se tornarão prática.