A precarização do trabalho informal

Enviada em 01/09/2023

A revolução industrial, iniciada na Inglaterra no século XVIII, trouxe consigo um grande desenvolvimento tecnológico, além do surgimento da indústria e a formação do capitalismo. Entretanto, essas inovações não trouxeram consigo a redução das desigualdades sociais mas sim, o aumento delas. Acerca disso, parte da população é submetida ao trabalho informal e precário por não terem tido acesso a um ensino de qualidade. Todavia, é necessário o combate desse modo de trabalho com o objetivo de uma maior qualidade de vida para os trabalhadores e a redução das desigualdades sociais.

Em primeiro lugar, destaca-se que a falta de uma educação de qualidade seja um dos motivos para parte da população se submeterem a esses trabalhos informais, visto que elas não conseguem emprego em um mercado mais qualificado. Acerca disso, na Constituição Federal de 1988, onde está explícito que todo cidadão tem direito a direitos sociais, políticos e civis, percebe-se que a educação de qualidade não foi garantida, o que gera inúmeros problemas sociais. Ademais, além da falta de educação, percebe-se que a discriminação racial e a altas taxas de desemprego no país contribuam para o aumento de pessoas em situação de trabalho informal.

Como consequência, os trabalhadores informais, pelo fato de não terem vínculos empregatícios, acabam não tendo direito á aposentadoria, férias remuneradas, direitos trabalhistas, auxílio doença, décimo-salário, vale transporte, licenças de maternidade e paternidade, como outras coisas. Além disso, o trabalho informal contribui para o avanço da desigualdade social fazendo com que o Brasil tenha um retrocesso evolutivo.

Dessa maneira, é necessário medidas para que o trabalhador informal tenha mais benefícios com o objetivo de uma vida mais digna. Para isso, cabe ao Ministério do Trabalho, a criação de tais benefícios como: aposentadoria, auxílo doença, entre outras coisas, com o objetivo de melhorar as condições de trabalho. Espera-se, com isso, uma sociedade mais igualitária.