A precarização do trabalho informal
Enviada em 01/09/2024
O trabalho informal em sua maioria, costuma ser precarizado pela falta da garantia dos direitos básicos, trazendo sérias consequências na saúde, nas horas excessivas de escala, remuneração inferior, além de outros fatores. A princípio, esse é um problema que vem crescendo cada vez mais os indíces de pessoas que recorrem a essa modalidade, pela falta de oportunidade de emprego formal.
Eventualmente, pelo menos 55% da população trabalha na informalidade, aponta o IBGE, ou seja, mais da metade da população não tem uma garantia de saúde e afastamento com remuneração, se ocorrer um acidente. Em razão disso, o ativista conhecido como ´´Galo de Luta`` já trouxe diversas críticas e relatos de sua própia vivência como motoboy em suas palestras, e uma delas é a saúde afetada pelas horas excessiva de trabalho para bater metas, resultando em exaustão, risco de acidentes, e tudo isso para o salário ainda ser o suficiente.
Dando continuidade, essa precarização, é resultado da falta de novas portas empregativas, entretanto, vagas de qualidade que também pague um salário digno de acorco com a força de trabalho oferecida do trabalhador. Com o propósito de conseguir viver bem, pelo alto custo de vida, 5 a cada 10 pessoas acabam recorrendo à trabalhos como esses citados anteriormente, como complemento de renda, diz o GI. Dessa forma, a impressão é que existe resquícios da escravidão ocorrida na Revolução Industrual ainda nos tempos atuais, cujo a população tem que ´´dar`` o sangue para ter o básico.
Partindo das poucas vagas oferecidas pelas empresas e ainda por cima com uma remuneração que não se adequa à realidade dos brasileiros, cabe ao Ministério da Fazendo criar uma Lei exigindo um aumento remunerativo de acordo com a economia atual. Ademais, é importante que o Estado, em conjunto à rede privada, crie novas vagas, para que assim, a população não precise se submeter a essa precariedade encontrada na informalidade.