A presença do sensacionalismo no jornalismo brasileiro.
Enviada em 03/10/2019
Desde a Roma antiga ocorre na mídia o sensacionalismo, os anúncios expostos para a população continham aspectos moralistas, e tentavam ludibriar as verdadeiras informações. O jornalismo no Brasil atualmente não se desprende da vertente sensacionalista, que tem como objetivo abafar conteúdos como: meio ambiente e política, enfatizando escândalos entre famosos.
Vários acontecimentos trágicos foram cenas do meio ambiente no Brasil durante o ano de 2019. Segundo a revista época por exemplo, o incêndio ocorrido na Amazônia gerou comoção internacional, e a ONU reuniu os países membros para procurar meios de solucionar esse desastre, excluindo inicialmente o presidente do Brasil, que através da mídia, mostra-se despreocupado com essas questões.
Essa falta de interesse é rapidamente contornada com postagens sensacionalistas que insistem em encobrir as falhas do atual presidente, com acontecimentos de governos passados e futilidades desnecessárias. Como confiar em um jornalismo que a traição conjugal de um ator é bem mais enfatizada do que morte ocorridas com as barragens estouradas em Brumadinho? A insensibilidade da mídia aterroriza.
Através disso, o jornalismo enriquece por apoios políticos e empobrece por falta de ética, empatia e confiança. Sabe-se que Trump, o presidente dos EUA, conseguiu se eleger através de um forte trabalho dos rackers, mas que atualmente sofre com um processo de empeachment. Essa reviravolta, segundo o programa “Fantástico”, não deve ser visto como assustador, pois, os rackers não se importam com procedências e bem-estar social, transformando ainda mais em uma política suja.
Desta forma, é mister que o jornalismo brasileiro torne-se conivente com a realidade, produzindo conteúdos sérios. Para a conscientização da população brasileira a respeito do sensacionalismo, urge que o MEC crie mais programas de incentivo a leitura e principalmente a educação, para que assim, essa submissão seja exterminada.