A presença do sensacionalismo no jornalismo brasileiro.
Enviada em 09/09/2019
Por volta do século XV, a imprensa fora a primeira forma de comunicação de grandes massas. Com a nova era tecnológica, a leitura de jornais, revistas e o hábito de ouvir o rádio são cada vez mais esquecidas. Por isso, o sensacionalismo muitas vezes se torna necessário para o reconhecimento deste tipo de informação. O famoso “clickbait” foi a forma encontrada pelos vários desesperados do alcanço do público. Por outro lado, o sensacionalismo e o foco único na busca de visualizações, torna as notícias anteriormente informativas em divertidas.
Com a crise midiática, fica cada vez mais difícil para os jornalistas conseguirem emprego, e muitos acabam se tornando freelancers, e o crescimento de empresas pequenas é muito complicada pela pressão das antigas e confiáveis fontes. Por isso, o sensacionalismo acaba sendo gigantesco nas redes sociais principalmente. Em busca do crescimento rápido, deve-se tomar medidas drásticas.
Outra grande causa para o sensacionalismo é a tentativa de causar uma lavagem cerebral nos leitores e ouvintes, considerando que o país se encontra numa fortíssima divisão política, é de grande importância que os maiores influenciadores ganhem público que suportem seus ideais para conferir uma grande base populacional fiel que não troque de emissora, justamente por conta da grande crise no meio midiático. Assim, os títulos e imagens sensacionalistas, que intencionalmente causam um choque são extremamente famosas entre as revistas, jornais e rádios.
Como solução, pode-se propor inicialmente a busca pessoal de não adquirir e apoiar os meios que utilizam o sensacionalismo, deve-se procurar uma rede de notícia séria e de confiança. Também deve-se influenciar crianças, idosos e adolescentes para não apoiar estas redes, serem conscientes sobre o que selecionam para clicar online e assistir.