A presença do sensacionalismo no jornalismo brasileiro.

Enviada em 23/09/2019

Nos últimos anos, os avanços tecnológicos facilitaram o acesso as informações relacionadas ao mundo de diversas maneiras. Hoje, os telejornais e as redes sociais transmitem informações muito rápidas, o que vem através do sensacionalismo trazendo informações falsas e distorcidas, na única intenção de vender o seu produto.

Primeiramente, cabe destacar o pensamento do filósofo Karl Marx, de que o trabalho é uma atividade especificamente humana, pois implica um projeto mental que modela a conduta a ser desenvolvida para alcançar o objetivo. Dessa forma, o sensacionalismo quando praticado já está pré-determinado a atingir um público específico para que assim ganhe a maior audiência possível visando o  lucro, não se importando em verificar se a notícia é ou não verídica, e então depois transmiti-la.

Ademais, a urgência de divulgação pode gerar grandes prejuízos quando afeta diretamente a imagem de determinado indivíduos, como por exemplo processos judiciais. Atualmente, a classe baixa é a maior usuária do jornalismo brasileiro, acreditando sempre no teor das informações divulgadas. Segundo pesquisa feita pelo Instituto Reuters para o Estudo do Jornalismo da Universidade de Oxford, na Inglaterra, 60% dos entrevistados no Brasil confiam nas notícias veiculadas pelas empresas de comunicação.

Mediante o exposto, informações falsas e distorcidas podem denegrir a imagem de pessoas e prejudicá-las. Nesse sentido cabe aos jornalistas investigar a fonte das informações antes de divulga-las. Já os usuários cabe pesquisar em vários meios de comunicação sobre a informação acessada para que não compartilhe algo que pode prejudicar alguém ou a si mesmo.