A presença do sensacionalismo no jornalismo brasileiro.
Enviada em 22/09/2019
O portal de notícias, opovo.com.br, definiu ( no ano de 2017) que sensacionalismo jornalístico é a transmissão de informação sobre uma linguagem informal, imprópria e parcial a qual um jornalista não poderá ter. Logo, nos dias atuais, aquela tal prática está presente porque as emissoras de televisão incentivam a atividade e por falta de fiscalização de órgãos competentes sobre as condutas dos repórteres.
Em primeiro lugar, a escritora Rosa Assis, em leu livro : “Sensacionalismo, o não limite da informação”, afirma que os atuais veículos de imprensa preocupam-se em levar assuntos violentos e mórbidos aos cidadãos juntos a um discurso apelativo, condenador com o intuito de se receber mais audiência e prender a atenção de seus telespectadores. Logo, os indivíduos sempre tenderão à alienação dos meios de comunicação.
Além do mais, órgãos como a Associação dos Jornalistas do Brasil acabam por não fiscalizar a conduta de seus integrantes os quais ferem os códigos de ética daquela instituição e expõe os seus entrevistados às situações constrangedoras, como é o caso do episódio ocorrido em 2012 com a jornalista Marcela Cunha. Esta entrevistou um suspeito de estupro e, em seguida, lançou chacotas sobre aquele, pelo fato de o possível meliante não conseguir pronunciar determinada palavra.
Portanto, verifica-se que o sensacionalismo poderá ocorrer tanto pelo incentivo das emissoras, quanto por falta de fiscalizações efetivas nas condutas de jornalistas. Logo, a solução será a adoção de campanhas de conscientização da população, promovidas pelo Ministério da Comunicação por meio de rádio, televisão e redes sociais, sobre o não consumo de conteúdos apelativos e discriminatório; com isso, espera-se construir uma sociedade brasileira mais interessada em assuntos de grande relevância como: culturais, econômicos e educacionais.