A presença do sensacionalismo no jornalismo brasileiro.

Enviada em 30/09/2019

Durante muitos anos foram vistas noticias de alta repercussão. Apesar disso, nem todas as noticias são verdadeiras. Nota-se isso em revistas sobre a vida  de famosos, noticiários e jornais nos quais são sensacionalistas entre outros aspectos. Além de “aumentar” a história, ou simplesmente caluniar fatos, alterando reportagens.

Segundo a pesquisa do Instituto Reuters da Universidade de Oxford, as pessoas continuam a confiar em noticiários. Dos entrevistados nesta pesquisa, 60% dos brasileiros preferem noticias de empresas de comunicação como o jornal Estadão, já outras tendem a consultar a Globo News ou Record News. Juntamente com essa mesma pesquisa, pode-se dizer que o Brasil tem o segundo índice de maior confiança neste tipo de  mídia, ficando apenas atrás da Finlândia.

Embora muitos jornalistas não sigam seu “Código de Ética”, deve-se dizer que ele já foi estabelecido por lei no Art. 14, inc. III dizendo que “o jornalista deve sempre: a) Ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, todas as pessoas, objeto de acusações não comprovadas, feitas por terceiros e não suficientemente demonstradas ou verificadas. b) Tratar com respeito a todas as pessoas mencionadas nas informações que divulgar”.

Isso ainda ocorre pela falta de fiscalização dos procedentes e a verificação de fatos de reportagens, levando as noticias a serem argumentativas em vez de explicativas ou demonstrativas, e tendo indução de opinião em seus telespectadores.

Portanto, medidas devem ser tomadas para resolver o impasse. O Ministério da Cultural juntamente com o Ministério da Justiça deve estabelecer leis para que, tenham maior fiscalização sob as noticias publicadas sem fundamentos e/ou com difamação de outras pessoas, sendo assim, tendo de contratar mais pessoas para a fiscalização não ficar precária e diminuir também, o desemprego no mercado de trabalho.