A presença do sensacionalismo no jornalismo brasileiro.
Enviada em 25/09/2019
“Nada é tão perigoso para aprisionar a inteligência do que aceitar passivamente as informações”. A citação do escritor brasileiro, Augusto Cury, espelha o cotidiano do homem contemporâneo no qual se encontra banhado por alienação. Tal assertiva é reflexo do retrocesso da face jornalística brasileira, tonificada pela presença exagerada do sensacionalismo, haja vista o uso dessa técnica, ela impõe apologias, seja o caso da matéria, à violência ou barbarizar a cultura. De fato, encontra-se a difamação da gazeta brasílica, seja por uma sociedade ingênua, seja por um discurso midiático egoísta.
Nessa perspectiva, tem-se, a priori, o coletivo inocente frente as notícias recebidas, algo primordial para essa problemática. De acordo com Erving Goffman, na sua teoria “A Mortificação do Eu”, o indivíduo se encontrava “mutilado” pela sociedade ou pela mídia. Tal asserção se dialoga no âmbito social contemporâneo brasileiro, no qual presencia, de forma mútua, o jornalismo, logo, essa nação se desempenha a seguir essa tal sinopse. Prova disso, é a pesquisa feita pelo “Instituto Reuters”, na qual dizia que 60% dos brasilienses acreditavam nas informações apresentadas para ele. Ora, se a face societária se mostra ingênua, ela se corrobora para o óbito mental ocasionado pela alienação.
Outrossim, tem-se o papel midiático ambicioso, algo que tonifica essa realidade. “Nada no mundo é mais assustador que a ignorância em ação”. Segundo Johann Goethe, a ignorância é o elemento mais assustador para a nação. Tal assertiva se complementa com atitudes egoístas, no qual aquele ser dessabe as consequências daquele ato, por conta da ganância presente nele. Quando se compara com o tema, entende-se que a imprensa aproveita da inocência social a fim de lucros para si, ou seja, audiência. Com isso, a face da mídia brasileira percorre para um “monstro mental”, visto que ela alienia seus espectadores.
Portanto, refletir sobre o jornalismo brasileiro se faz necessário. Urge que as famílias instrua seu abastados sobre a procura de uma notícia, por meio de discursos e delimitações nas pesquisas na internet, com o intuito de formar um ser sábio e com ideias fortes contra sensacionalismo. Ademais, a mídia deve se reformular, por meio de mudanças nas falas e pelo fim do exagero do fabulismo, a fim de ceifar a alienação negativa imposta sobre a sociedade. Assim, o coletivo brasileiro tende à um maior poder sobre a informação jornalística, haja vista a realizações das intervenções propostas, logo a “aceitação passiva” dita por Augusto Cury se tornará algo árduo no Brasil contemporâneo.