A presença do sensacionalismo no jornalismo brasileiro.

Enviada em 26/09/2019

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos direito á EIXO SOCIAL e ao bem- estar social. Conquanto, o sensacionalismo no jornalismo impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.

Atualmente, a educação é o fator principal no desenvolvimento de um País. Hodiernamente, ocupando à nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido no sensacionalismo que a imprensa faz para ganhar mais telespectadores, pois eles querem dinheiro, quanto mais gente vendo mas eles lucram. Segundo o IBGE, Instituto Brasileiro De Geografia e Estatísticas,  83% da população ainda acredita em tudo o que o jornal fala, sendo que a maioria é puro sensacionalismo.

Faz-se mister, ainda, salientar que o jornal faz tudo por dinheiro para ter audiência e isso é um  impulsionador do sensacionalismo. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característica da “modernidade líquida” vivida no século XXI. Diante de tal contexto, o jornal exagera nos fatos para que tenha mais pessoas assistindo.

Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem á construção de um mundo melhor. Dessa maneira, urge que o Governo deveria fazer leis que punissem os jornais que fazem isso, para que eles se conscientizem que isso é errado e não façam mais. Dessa forma, o Brasil poderia superar o seccionalismo nos jornais.