A presença do sensacionalismo no jornalismo brasileiro.
Enviada em 14/10/2019
Conforme o filósofo Michael Focault, “conhecimento é poder, é imprescindível que a população tenha acesso à verdade”. De maneira análoga, o jornalismo tem como principal objetivo a disseminação de informações verídicas e imparciais. No entanto, hodiernamente o sensacionalismo tem prevalecido nos jornais, principal fonte de informação para os brasileiros. Nesse contexto, é notório a falha estatal na conscientização populacional e fiscalização dos jornais.
Cabe pontuar, em primeiro plano, que os canais televisivos com grande audiência possui um poder de manipulação em massa. Ademais, nota-se que a maior parte do brasileiros confiam nas informações transmitidas por esses meios de comunicação e não buscam saber se é verídica. Nesse viés, é necessário que haja incentivo para que a população busque outras fontes, visto que o sensacionalismo está intrínseco em muitos jornais.
Concomitantemente, na campanha eleitoral de 2018 os candidatos à presidência foram convidados pelos jornais com o intuito de expor seus projetos. Entretanto, os jornalistas não foram imparciais pois deixaram prevalecer os interesses políticos da emissora, desse modo, os telespectadores eram manipulados para aceitar determinado candidato. Portanto, não é razoável que o sensacionalismo esteja presente nos jornais em uma nação que almeja torna-se desenvolvida.
Em virtude dos fatos mencionados, para que a teoria do Focault seja concretizada, deve haver aplicabilidade de um jornalismos imparcial. Para tanto, o Governo Federal deve criar um aplicativo com a finalidade de divulgar notícias e averiguar se é uma falácia, a fim de promover para a população informações verídicas, de forma rápida e acessível. Além disso, o Governo deve fiscalizar e multar os jornais sensacionalistas, com o intuito de garantir a imparcialidade nos jornais e coibir a manipulação em massa. Assim, como almejado pelo filósofo Michael Focault, todos terão acesso à verdade.