A presença do sensacionalismo no jornalismo brasileiro.
Enviada em 15/10/2019
Hodiernamente, o jornal brasileiro faz parte do cotidiano de muitas pessoas, por conter em suas postagens a presença do sensacionalismo, viés editorial onde as notícias se tornam mais exageradas para o aumento do número de audiência ou leitores. Com tudo, traz-se um grande impacto mundial, pois a objetividade e a verdade, muitas vezes, é esquecida nas entrevistas para melhor se obter a forte atração popular.
Em primeiro plano, destaca-se que esses exageros podem se caracterizar como abordagens insensíveis, apelações emotivas, criação de polêmicas entre diversos outros temas que têm como objetivo aumentar ou manter a quantidade de telespectadores ou leitores envolvidos e elevar seus lucros. Com o exposto, vê-se que o sensacionalismo acaba por passar notícias não verídicas e hiperbólicas à população.
Outro ponto relevante, nessa temática, é o conceito ligado a quantidade de indivíduos que estão envolvidos. Outrossim, de acordo com o Instituto Reuters, em uma pesquisa realizada em 36 países, aproximadamente 60% dos brasileiros acreditam nas notícias vinculadas pelas empresas de comunicação. Embora o sensacionalismo atraia muitas pessoas, ele pode também prejudica-las, por não levar em consideração os impactos causados na sociedade, por apresentarem fatos distorcidos ou completamente modificados.
Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para diminuir a presença do sensacionalismo no jornalismo. Dessa forma, compete ao Governo elaborar soluções para o caso. Essa ação pode ser feita por meio de leis criadas pelo Tribunal da Justiça, determinando a proibição de hipérbole e modificações nas notícias passadas para a população, com o objetivo de transmitir ao público somente reportagens verídicas com relevância nas perguntas do entrevistador e também nas respostas do entrevistado.