A presença do sensacionalismo no jornalismo brasileiro.

Enviada em 27/10/2019

Segundo o filósofo Luís Felipe Pondé, o mundo é mau porque ele é fruto do comportamento humano. Esse pensamento fica evidente quando a referência é o sensacionalismo no jornalismo brasileiro. Essas pressuposições são motivados pela criação de um espetáculo no jornalismo policial e, a exploração de cenas de criminalidade urbana e suas repetições sistemática pela mídia. Devendo, assim, buscar maneiras para minimizar o sensacionalismo no jornalismo brasileiro.

Primeiramente, cabe ressaltar, baseando-se no livro “Violência” organizado por Denival Francisco e Alexandre Bizzotto, cujo fala sobre o “Datenismo” que por sua vez utiliza detestáveis suspeitos para atrair espectadores. a exemplo, o caso de um assassino que matou um estuprador, em entrevista com o Datena, faz com que a conversa torna-se uma discussão para que o público fique engajado na emissora. Dessa forma, mostra-se a criação de espetáculos no jornalismo do Brasil.

Outrossim, as repetições sistematizadas na mídia, que definem horários de telejornais para todas as emissoras, como paradigma a emissora Record, Globo e Band que utilizam os mesmos horários de programas informativos, como também utiliza as mesmas matérias nos 3 período do dia, levando ao público por veículos midiáticos e colocada em discussão ao público de forma espetaculizada e sensacionalista. Desse modo nota-se a necessidade de adquirir novos métodos para apresentação de informações jornalísticos.

Portanto, torna-se evidente que diligências são indispensáveis para a resolução dos problemas supracitados, diante disso, o poder executivo por intermédio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Comunicações, deve criar palestras em escolas, âmbito social e meios midiáticos sobre como identificar o sensacionalismo e criar o senso crítico para com as informações apresentadas. Além disso, criar uma plataforma ou site online com veracidade dos fatos que acontecem no Brasil, para trazer melhor referências para os cidadãos. Assim, limitando o sensacionalismo no Brasil.