A presença do sensacionalismo no jornalismo brasileiro.
Enviada em 12/03/2020
Construção de opinião, democratização da informação, desenvolvimento da percepção dos fatos. O jornalismo no Brasil possui grande importância na formação populacional. Entretanto, a presença sensacionalista é extremamente deletéria, tendo em vista não só há uma deturpação dos fatos, como também cria uma realidade inverossímil e alienadora.
Inicialmente, toma-se o conceito de “deturpar”, que, nesse contexto, diz respeito a alteração do sentido em benefício midiático. Na contemporaneidade, a existência de gêneros jornalísticos depende, estritamente, da audiência populacional para com este, no qual se utiliza de uma ferramenta atrativa: o sensacionalismo, que tem, por base, o conceito anteriormente desenvolvido. A partir dessa visão, diversos são os prejuízos acarretados, como, por exemplo, a banalização do que é falso devido ao contínuo contato com o gênero adulterado.
Ademais, o conteúdo passado leva a uma perda de senso crítico, visto que a mensagem transmitida chama muito mais a atenção e preensão se comparada ao jornalismo íntegro. Vale ainda ressaltar que, a longo prazo, o habitual possa a ser o não verídico, formando-se uma sociedade às cegas e pautada no que apenas impacta.
Destarte, é dever do Estado, no âmbito do Ministério da Educação (MEC), em consonância com as escolas, realizar campanhas midiáticas e palestras educativas acerca dos mecanismos de indentificação e caracterização do sensacionalismo nos jornais. Espera-se, com isso, uma significativa perda de credibilidade destes que se utilizam de tal ferramente e, posteriormente, ao declínio do recurso usual para cativar o público.
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