A presença do sensacionalismo no jornalismo brasileiro.

Enviada em 04/04/2020

Em 1939, o então presidente da República Getúlio Vargas criou o Departamento de imprensa e propaganda (DIP), que contava com o incentivo do sensacionalismo nos jornais quando se tratava de ir a favor dos ideais do governo. No entanto, hoje com a democracia cada vez mais evoluída, o governo é proibindo e extremamente fiscalizado ao tentar cometer tal ato, o que fica sob controle da imprensa independente. Desse modo, a fim de minimizar o sensacionalismo no jornalismo brasileiro, deve aumentar a fiscalização dos órgãos independentes e o senso crítico da população em geral.                       “A priori”, cabe destacar que a falta de fiscalização para com a imprensa brasileira abre brechas para que sejam cometidos absurdos em rede nacional. Nesse prisma, em Fevereiro do corrente ano, o apresentador Luís Bacci noticiou a morte de uma moça que fora sequestrada ao vivo para sua mãe, praticando ral barbárie a fim de obter o máximo de audiência possível. Entretanto, não há a devida fiscalização e/ou punição que deveria para esse cenário. Assim, é imprescindível que órgãos governamentais e independentes ajam na contenção do sensacionalismo desumano como o supracitado.                                                                                                                                                       Outrossim, cabe destacar que a falta de senso crítico dos consumidores de jornais brasileiros dão licença para que se produzam conteúdos sensacionalistas. Nessa perspectiva, segundo o psiquiatra Augusto Cury: “Nada é tão perigoso para aprisionar a inteligência do que aceitar passivamente as informações “. Seguindo essa linha de raciocínio, a educação guiada para o cidadão ter consciência do que lê nos jornais, força-os a produzirem conteúdos cada bez mais tecnicos e menos “chocantes”.               Em suma, para que o impacto causado na população a fim de se obter audiência seja tirado do campo jornalístico, é preciso que as Organizações Não Governamentais (ONGs) passem a fiscalizar e denunciar ao Poder Judiciário aqueles que cometem tal ato. Do mesmo modo, o Ministerioda Educação deve aumentar a qualidade das suas aulas de análise textual, visando a melhora do sendo crítico. Feito isso, atos como o cometido pelo governo de Getúlio Vargas para com a informação não serão mais feitos no que tange à imprensa do Brasil.