A presença do sensacionalismo no jornalismo brasileiro.
Enviada em 04/05/2020
A escola literária Romantismo foi marcada pelo avanço e dispersão de informações - as quais eram restritas - por meio dos folhetins e da imprensa. É notório, portanto, que o jornalismo brasileiro, ao longo dos anos, passou por grandes avanços tecnológicos, mas ainda consiste no excessivo processo de sansacionalismo. Com isso, faz- se necessário discutir acerca da presença de tal problemática, como resultados de fatores históricos do país e a má atuação da Mídia.
Em primeira instância, o Brasil possui diversos casos de corrupção- desde a presença dos portugueses, em 1500-, os quais são baseados na construção histórica e cultural do país. Paralelamente a isso, no Período Militar, iniciado em 1964, a liberdade de imprensa foi comprometida, gerando uma sociedade dependente das informações de interesses governamentais. Sendo assim, tais fatores corroboram na presença do sensacionalismo, pois omitem a veracidade dos acontecimentos, bem como visam impressionar a população de maneira inadequada.
Além disso, a Mídia é o principal meio de difusão - na atualidade - de informação, capaz de transmitir mensagens à população brasileira. De modo paralelo, segundo o filósofo jurídico Learned Hand, a mão que governa o jornal, o rádio, a tela e a revista disseminada ao longe, governa o país. Dessa forma, as ações midiáticas provocam constantes influências e alterações no jornalismo brasileiro, pois as mesmas impactam na expansão de notícias por efeito de suas propensões.
É possível dizer, portanto, que o Brasil possui grande influência dos problemas histórico-culturais bem como midiáticos. Assim, o Ministério da Justiça deve promover lei capaz de conter a corrupção por meio de fiscalizações a toda forma de informação exposta pela Mídia, a fim de reduzir drásticamente a presença de sensacionalismo. Dessa forma, o avanço iniciado no período romântico não terá ausência de veracidade no âmbito jornalístico.