A presença do sensacionalismo no jornalismo brasileiro.
Enviada em 22/05/2020
Na obra “Utopia”, do filósofo inglês Thomas More , é relatada uma sociedade perfeita , onde o corpo social é livre de conflitos e problemas. Hodiernamente , no contexto brasileiro, nota-se que o sensacionalismo no âmbito jornalístico afasta a sociedade da descrita pelo More. Desse modo , é necessário obter meios de mitigar essa problemática, que tem pôr objetivo não só obter um maior número de visualizações , como também induzir policiamento alguma camada populacional.
A priori, é notório que uma das táticas sensacionalistas se exprime em tornar uma notícia comum em algo apelativo , a fim de aumentar o público alvo. A partir disso , cabe-se ressaltar o jornal “Cidade Alerta” que possui caráter extremamente apelativo ao divulgar notícias. Nessa perspectiva, o cunho jornalístico se esvai, ficando no seu lugar notícias tendenciosas e de caráter duvidoso. Torna-se claro , portanto , a necessidade de alterar essa conjuntura vigente.
Ademais , jornais apelativos também podem servir para induzir pensamentos políticos, sendo extremamente danoso em uma estrutura democrática. Nesse sentido , é evidente que na “Era Vargas”, o populismo que o presidente alcançou foi devido a diversos investimentos na manipulação de notícias. Portanto, é incontestável a urgência da adoção de medidas que acabem com este modelo.
Dado o exposto , é papel do governo obter subterfúgio a fim de solucionar essa inercial problemática. Para isso , o Ministério da Educação (MEC) deve transmitir notícias de forma não sensacionalista por meio da criação de canais geridos pelo governo que divulguem matérias 24 horas por dia, a fim de que se torne diminuta a audiência de jornais de cunho sensacionalista. Pressuposto que tal medida se aplique , a sociedade brasileira estará mais um passo de torna-se igual a utópica de More.