A presença do sensacionalismo no jornalismo brasileiro.

Enviada em 14/07/2020

A crônica “O jornal e o livro”, de Machado de Assis, produzido em janeiro de 1859 demarca a noção do jovem Machado em relação ao papel do jornalismo como formador de opinião e promotor da liberdade de homem comum, também, faz uma provocação veemente sobre o apetite do do publico pelo macabro e a intensa disposição do jornalismo em saciá-lo. Mais do que promover que o escritor defende a forma sensacionalista do jornalismo, sendo ela praticada até os dias atuais na imprensa diária, assim, obtém uma falta de atenção sobre assuntos abordados em incidentes e admite que o jornalismo transforma jornalismo em escarcéu.

Sobre esse viés, é importante ressaltar, que os espectadores por uma exposição exagerada de alguns aspectos jornalísticos. Assim, por exemplo, “já roubei uma manga na mangueira do vizinho”, “por quanto tempo vamos ter que aguentar isso?”, entre outras frases, ademais, as vezes os jornais vidência como o sensacionalismo viola o principio da neutralidade da imprensa. Dessa forma, é perceptível que os receptores se atraem e consumir essas noticias.

Além disso, o Brasil é um dos países que a confiança na mídia é mais forte, de acordo com a pesquisa da universidade de Oxford, na Inglaterra, 60% dos entrevistados no Brasil confiam nas empresas de comunicação. Mas, atualmente, a empresa de comunicação “Globo” e “Band” esta causando revolta na população brasileira com informações exageradas ou “falsas”. Isso contraria o artigo 14, inc. III do código de ética.

Portanto, com o uso do sensacionalismo em noticias de interpretação indesejadas e com mais atenção nos assuntos abordados. O governo e a mídia, por meio da criação de uma lei encaminhada para aprovação no senado, assim, apresentaria para as empresas que passam informações “falsas” ou cometários artistismos, para pagar uma multa caso não siga a lei. Dessa forma, Machado de Assis não defenderia o pensamento sensacionalista que a imprensa transmite para seus receptores.