A presença do sensacionalismo no jornalismo brasileiro.
Enviada em 25/07/2020
Sob a perspectiva histórica, Adolf Hitler, finado líder da Alemanha Nazista, utilizava-se de sensacionalismos contra os judeus para angariar seguidores. Todavia, este sensacionalismo perdura até os dias atuais, visto que, diversos jornalista induzem os leitores a acessarem suas matérias, por meio de títulos absurdos, sob este viés, é inegável ressaltar que a imprensa usa seus leitores, todavia, juntamente com a falta de fiscalização este problema continuará em nosso meio.
A princípio, segundo dados da “Pesquisa Brasileira de Mídia 2016”, 63% da população brasileira têm na TV o principal meio de informação, sendo a internet com 26% da população. Pode-se apontar a inocência da população neste quesito, pois, ao acreditarem demasiadamente em notícias que estão nas mídias sociais, não costumam procurar a veridicidade do assunto, ocorrendo assim, a manipulação ora dos leitores ora dos ouvintes, afim de gerar monetização com sua matéria de perspectiva sensacionalista, como Adolf Hitler fez para gerar mais seguidores à sua causa.
Outrossim, é importante salientar que a falta de fiscalização é também uma das razões pela qual o problema ainda perdura, sendo assim, é de extrema importância que haja uma regulamentação afim de punir os criadores de matérias sensacionalistas, pois além de buscarem à fama ao publicarem estas matérias, muitas delas levam consigo as fake news, ou seja, notícias falsas, as quais tem o intuito de impactar os leitores, porém acaba os enganando.
Evidencia-se, portanto, a necessidade de reverter o cenário atual, uma vez que, o poder Legislativo deve criar leis afim de gerar multas aos escritores destas matérias, sendo assim, o poder Executivo deve fazer a contratação de profissionais capacitados para aplicarem as devidas multas. Só assim haverá um meio eficaz para que os leitores não sejam enganados novamente.