A presença do sensacionalismo no jornalismo brasileiro.
Enviada em 05/08/2020
No limiar do século XXI, a imprensa é um dos meios de influência da sociedade, pois muito do que é recorrente no meio social é veiculado pela mídia. Porém, o forte sensacionalismo presente nas notícias reportadas causa impactos negativos nas pessoas sem que haja qualquer preocupação com a veracidade dos fatos. Todavia, a parcialidade é utilizada não só para gerar impactos na sociedade, mas também é usado como estratégia de vendas.
A priori, ainda é muito presente em programas de TV e jornais impressos o uso de imagens fortes e chocantes, geradoras de grande apelo emocional o qual consiste em obter a atenção do leitor. No entanto, as notícias e entrevistas veiculadas pela imprensa, muitas vezes são manipuladas, o que por sua vez leva o leitor a diversas interpretações diferentes de um determinado assunto. Com isso, o jornalista utiliza-se da verossimilhança e da fantasia aproximando o leitor da realidade por meio do sentimentalismo. Por conseguinte, com a parcialidade da mídia a sociedade fica sujeito a alienação.
A posteriori, as notícias distorcidas e destacadas, em alguns momentos, fazem parte de uma tática de vendas, já que muitos leitores optam por uma leitura que contenha tragédia ou violência, do que caso contrário. Contudo, isso acaba afetando indiretamente o psicológico do indivíduo. Porque muitos veem notícias que muitas vezes gerariam repulsa ao telespectador, mas que soam como se fosse comum.
Portanto, é evidente que o sensacionalismo presente nos meios da mídia é prejudicial para os telespectadores. Logo, os veículos de comunicação devem tomar medidas e precauções ao disseminar uma notícia, verificando sempre os fatos, os dados e as estatísticas para obter a imparcialidade imprescindível. Em suma, ao evitar o sensacionalismo o jornal passa a ter credibilidade em suas notícias obtendo um papel fundamental no âmbito social.