A presença do sensacionalismo no jornalismo brasileiro.

Enviada em 16/09/2020

Desde a Roma Antiga é possível notar traços de sensacionalismo, todavia , foi na França que nasceu a modalidade que é amplamente utilizada pelas emissoras de televisão e rádio. No Brasil, pode-se notar que as grandes emissoras faz o uso descontrolado desse artifício, eventualmente compromete a transmissão da informação, devido a distorção da verdade e imparcialidade sobre o fato.

Consoante com  o dicionário Michaelis, sensacionalismo é divulgação  de notícias exageradas, sem preocupação com a realidade. A credibilidade do jornalismo está em queda, porquanto existem meios de obter informações pela internet, segundo a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Nos últimos anos houve um aumento nas “Fake news”, onde ficou difícil distinguir o que era verdade e o que não era, no qual jornais renomados perderam a credibilidade.

De acordo com o jornalista César Soares, a opinião do jornal ou escritor influência diretamente no texto. No nosso país já aconteceu como ainda acontece de jornais sensacionalistas persuadirem a opinião da população sobre um acontecimento ou uma pessoa. Como observou-se no 2º turno das eleições de 2018, entre Fernando Haddad e o atual presidente Jair Bolsonaro. Em que a emissora Globo apoiou descaradamente o candidato Fernando Haddad.

Em suma o sensacionalismo no Brasil existe e é incontrolável. O Ministério da Educação (MEC) junto com o Conselho Federal dos Jornalistas necessitam criar uma unidade curricular com o objetivo de ensinar os estudantes a identificar “Fake news” e como deixar de lado o sensacionalismo. A inserção deve ser feita de forma gradual, em escolas privadas e públicas, os jornalistas junto com o MEC tem de criar uma ementa que mostre as técnicas que são mais utilizadas para escrita destes textos e métodos de leitura assim como utilizar estudos de caso e produções de textos como forma de avaliação.