A presença do sensacionalismo no jornalismo brasileiro.

Enviada em 11/05/2021

No Brasil contemporâneo, o sensacionalismo excessivo dos jornalistas é prejudicial à sociedade, e a sociedade usa os jornais como meio de informação. Portanto, é importante destacar que a isenção é um dos motivos desse problema, pois a legislação tende a menosprezar a veracidade das informações veiculadas nos jornais. Além disso, o silêncio apoia a existência perpétua de exageros e notícias falsas da mesma forma.

O filósofo Jurgen Habermas acredita que a comunicação é uma forma de agir sobre a realidade. No contexto brasileiro, a comunicação não só pode ser utilizada como meio de ação, mas também pode mudar a forma sensacional de expressão do jornal. Por outro lado, diante desse fato, a sociedade brasileira tende a se calar, o que pode ser mudado.

Na televisão brasileira, a busca de audiência em seu sentido original é a “alma do empreendimento”, mas o sensacionalismo ainda é evidente. Justiça, objetividade, veracidade e o mais importante é “atrair a atenção de todas as partes” e todos os fundamentos das notícias foram deixados de lado.

Portanto, fica claro que é preciso sempre buscar a veracidade de tudo o que é noticiado. Para tanto, é preciso que o Conselho Federal de Jornalistas fiscalize e puna devidamente os jornalistas que divulgam notícias sensacionalistas, quando necessário, de forma a reduzir a quantidade de informações desnecessárias que ameaçam o público. Relacionado a isso, o Ministério da Educação, e da cultura devem fortalecer disciplinas (como a sociologia) que formam a consciência crítica pessoal para que as pessoas possam distinguir entre notícias verdadeiras e falsas. Afinal, como disse Milton Santos: “Não se deve propor uma sociedade utópica, mas sim uma sociedade melhor”.