A presença do sensacionalismo no jornalismo brasileiro.
Enviada em 11/05/2021
Sensacionalismo jornalístico
As redes sociais estão se mostrando o principal centro de ataque quando o assunto é sobre sensacionalismo jornalístico. Diversas pessoas são vítimas de sensacionalismo por acreditarem em tudo que estão lendo para se manterem informadas, além disso, ocorrem diversas mortes com essas falsas informações.
Segundo a pesquisa “ Reuters Institute Digital News Report 2019”, o WhatsApp se tornou a principal rede social de discussões e trocas de notícias no país brasileiro. 57% dos respondentes dizem usar o aplicativo como fonte de notícias, números superiores comparando com o Reino Unido (9%), Austrália (6%), Canadá (4%) e os Estados Unidos (4%). Esse levantamento mostra que muitas vezes existem grandes números de desconhecidos nos grupos do WhatsApp, uma tendência que reflete o fato de poder rolar várias informações falsas.
O Brasil é um dos maiores países onde a população continua a confiar nos meios de comunicação para se informar. Segundo pesquisa feita pelo Instituto Reuters para o estado do jornalismo, da Universidade de Oxford, na Inglaterra, 60% dos entrevistados no Brasil, confiam nas notícias propagadas das empresas de comunicação. Exemplos dessas informações falsas foi o caso da cura para o covid-19, onde diversas pessoas acreditaram que ingerindo grande quantidade de Álcool estariam imunizadas ao vírus. Segundo estudo publicado na revista American Journal of Tropical Medicine and Hygiene, provando que centenas de pessoas morreram por acreditarem nessas informações.
Tendo em vista os aspectos apontados, medidas devem ser tomadas em relação a essa situação. O governo federal deve incentivar as escolas através de vídeos, mostrando o quanto informações falsificadas podem ser prejudiciais à população brasileira, que cada vez mais vem caindo em golpes com mentiras. Além disso, poderia aumentar o número de fiscalizações nos textos jornalísticos ou informativos, para assim podermos estar mais abrandados.