A presença do sensacionalismo no jornalismo brasileiro.

Enviada em 11/05/2021

No jornalismo brasileiro, se desenvolve um grave problema, o sensacionalismo. Essa trava é a ação de emitir uma informação tendenciosa, com o plano de impactar o seu público alvo. Isso acontece, pois a maioria dos jornais só querem aumentar a audiência, somando a falta de informação e senso crítico da população.

Esse tipo de dominação é explicada por Weber, como sendo uma “Dominação Carismática”, na qual um senhor através da sensibilização fazem seu público a pensarem ou agirem como eles querem para visualizar suas publicações e crescer o número de espectadores e respectivamente o lucro.

Além disso, grande parte da população acaba sendo dominada por essa informação sensacionalista e nisso ocorre o compartilhamento dessas notícias de diversas formas. São exemplos disso, as correntes que são enviadas nos grupos de publicações no Whatsapp, Twitter, Facebook, entre outros, em que são enviados grandes volumes de reportagens sensacionalistas. Essa grande distribuição de informação emotiva é causada pela falta de opinião crítica e análise dos fatos. Isso é ocasionado pela “Educação Bancária" brasileira, que foi desenvolvida por Freire, na qual são depositados os conhecimentos dos alunos e não ensinados a desenvolvê-los, com questionamentos e críticas, verificando e entendendo o que foi passado à eles. Com isso, os espectadores, frutos dessa educação, tendem a ler e acreditar no que leem.

Com isso, é preciso uma intervenção para remediar o problema. Dessa forma, os editores dos noticiários focam muito em fazer a audiência aumentar, já que isso eleva muito os lucros. Ou seja, quando um jornal é muito vendido, ou tem maior repercussão nas múltiplas mídias, gera bastante lucro, faturando milhões com uma simples notícia. Isso causa um grande contratempo, pois são informações que muitas vezes passam levantamentos falsos ou que falam somente opiniões emotivas e não fatos verídicos, influenciando seus alvos a comprar descrição através das emoções deles. Por isso cabe ao Ministério da Justiça criar uma lei que regulamenta o jornalismo brasileiro em se tratando da imparcialidade do jornalista, o qual deve divulgar fatos e não criar sensacionalismo.